Deserto do Atacama: 16 coisas que eu trouxe, além de lindas fotos

A princípio, o Deserto do Atacama me deixou bastante pensativa nesta minha viagem; foi por isso que resolvi escrever este texto.

Por que não colocar essas ideias no papel, afinal?

Enfim, coloquei.

Do papel, passei aqui para o blog com a intenção de dividir esta linda experiência com você.  Então, essa é uma reflexão que quero partilhar com vocês.

Também preciso dizer que conhecer o deserto foi mais que uma viagem, foi a realização  de um sonho quando fui pela primeira vez, com a família e,  agora, nessa segunda vez que fui com minha amiga Bárbara, foi um passeio inesquecível.

 

O que eu trouxe do Deserto do Atacama?

E então, pronto para descobrir o  que eu trouxe comigo dessa viagem?

Vamos lá!

1. Novas amizades.

Brasileiro é assim né, faz amizade logo depois do oi.

Foi incrível escutar histórias diferentes, conhecer pessoas que viajam sozinhas, de carro, de mochilão, de Kombi.

Enfim, vi gente de todas as idades e de muitos lugares do mundo.

2. Superação dos medos.

Ademais, foi incrível quando, com a ajuda do guia  e do grupo que me acompanhava, enfrentei meu medo e tive coragem de entrar na caverna de sal do Valle de La Luna.

Detalhe: estive lá em 2017, mas não entrei, pois ela é escura e estreita.

Porém, dessa vez  pude constatar: é linda também.

Portanto, esse foi meu momento de superação.

3. Encontro com leitores do Nós no Chile no meio do nada.

Além de me reconhecerem, vieram me dar um abraço lá no passeio das Lagunas Altiplánicas.

De repente, escuto alguém gritando: “Rosi, Rosi! Eu sabia que eu iria te encontrar, obrigada por todas as dicas”.

Que orgulho!

4. Cultura local.

Como é interessante aprender mais sobre o Chile e ter a certeza que “Santiago não é Chile”, como dizem os chilenos. Afinal, cada passeio, um aprendizado.

5. Aula de geografia.

Também aprendi sobre os fenômenos da natureza do deserto mais árido do mundo. Resumindo, coisas que para nós brasileiros, só fazem parte do livro de geografia, como vulcões e terremotos.

6. Sem rotina.

Esquecer as horas e os dias da semana. Ahhh!!! Essa é a melhor parte. Ainda mais para mim, que sou mãe, esposa, blogueira, enfim…

Imagina, a alegria de se desconectar de tudo!

7. Sem conexão.

Ficar sem internet e não se preocupar. No entanto, confesso que sempre olhava para o celular em busca de sinal, rs. Claro! Queria mostrar tudo pra vocês.

8. Cores surpreendentes do Deserto do Atacama.

Sem contar as cores…

Admirar todos os tons da natureza que nenhuma câmera fotográfica consegue registrar melhor que nossa memória.

9. Sentimento de paz.

Eu também trouxe paz.

Em outras palavras, sentir a paz e o silêncio das montanhas e ter a certeza de que Deus existe!

10. Viagem sem frescura.

Além disso, deixar o excesso de lado, desapegar, usar somente o necessário.  Por exemplo, substituir o batom pelo protetor labial, a maquiagem pelo protetor solar, o sapato pelo tênis…

11. Comida em segundo plano.

No deserto, a comida acaba ficando em segundo plano, ou seja, comer em horários errados e não se preocupar nem um pouco com a dieta.

12. Surpresas.

Me surpreender com o pôr do sol.

Além disso, ficar toda branca de sal depois de sair de uma lagoa que não afunda.

Por fim, perceber que não somos nada diante de tanta beleza e imponência das montanhas.

13. Diversidade Cultural.

Caminhar pela calle Caracoles e escutar idiomas diferentes também.

14. Respeito à natureza.

Reconhecer a importância do meio-ambiente para que a vida seja preservada.

15. Cenários de filme.

Deserto, vulcão, neve, lagoas azuis, salares, cavernas, dunas, tudo isso numa mesma viagem.

16. Sensações.

Sentir calor e frio no mesmo dia.

Enfim, nessas horas eu vejo que o Nós no Chile é muito mais que relatos e fotos.

Antes de qualquer coisa, são experiências e emoções que levarei para sempre em minha vida, além do sentimento de satisfação pelo que faço e escrevo.

Por fim, espero que com tudo isso eu possa inspirar você a conhecer o mágico DESERTO DO ATACAMA.

Agora, que tal descobrir um pouco mais sobre esse lugar encantador?

Leia aqui no blog outros textos sobre o Deserto do Atacama

 

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